Conhecida como principal destino turístico da Rota Cerrado Pantanal, principalmente por suas muitas opções de balneários com águas transparentes, tem muitos outros atrativos culturais para o turista não quer subir trilhas ou tomar banho de cachoeira. As opções fora do ecoturismo em si vão desde uma experiência na fabricação de peças de cerâmica, no estilo oleiro mesmo, até a visita na igreja matriz para apreciar suas belas artes.

Para começar precisamos destacar que as jazidas de argila vermelha estão entre as riquezas naturais da região, considerada uma das melhores do País, sendo amplamente explorada pelas fábricas de cerâmica e artesãos.

Não é à toa que o município é considerado um dos maiores polos cerâmicos da região Centro-Oeste do Brasil. São pelo menos seis fábricas que produzem desde artesanato, objetos de decoração, até pisos e revestimentos cerâmicos.

No Artesanato Figueira o visitante pode ter a experiência de produzir sua própria peça de argila e quem sabe colocar para fora o seu lado artístico.

A arte regional também está exposta na Riverarte, uma associação de mulheres artesãs que trabalham diferentes técnicas, que juntas fabricam travessas, petisqueiras, panelas, cumbucas, fruteiras, floreiras, cofrinhos, estátuas e demais objetos decorativos e ornamentais. Neste local se der sorte pode encontrar uma delas moldando sua arte e há sempre algumas peças em exposição e para venda. 

 

Um experiência de artista oferecida no Artesanato Figueira (Foto: Scheila Canto)

Agora, se você turista, tiver curiosidade de como se faz um chapéu de palha, a fábrica de chapéus Karandá faz parte do circuito turístico da cidade. É claro que aquele chapéu que antes era como EPI (Equipamento de Proteção Individual) usado pelo pantaneiro para se proteger do sol, hoje se transformou em acessório fashion, recebendo diferentes customizados e ganhando cabeças de famosos e celebridades. Outro lugar interessante para turistar é na Inspiraê, um ateliê que se especializou na tecelagem das faixas pantaneiras. Esses produtos assim como os chapéus se transforam em artigos culturais e da moda. A inspiração vem do acessório obrigatório na vestimenta daqueles peões mais tradicionais do Pantanal.

Proprietários do Inspiraê no tear da faixa pantaneira

Por fim, a visita à igreja Matriz Nossa Senhora Auxiliadora vale a pena. O lugar é repleto de obras de arte sacra do artista-plástico Henrique Aragão, com muitas referências à cultura pantaneira.

 

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Para ver tudo isso e um pouco mais acesse o vídeo abaixo.